segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

hibernaçao dos ursos negros

Os ursos negros do Alasca conseguem sobreviver sete meses sem se alimentarem e sem perderem massa muscular ou óssea. Este "fenómeno" acontece durante a hibernação, cujas características surpreenderam os investigadores do Instituto de Biologia do Ártico, da Universidade do Alasca.

Numa investigação pioneira sobre este processo que decorre no Inverno, os cientistas descobriram que estes animais baixam o funcionamento do seu metabolismo até 25 por cento, um valor muito superior ao de outros animais que também passam pelo mesmo. 


Estudo pioneiro
Este foi o primeiro estudo que mediu as taxas metabólicas e a temperatura corporal de ursos negros visto que, anteriormente, limitações técnicas impediram o acompanhamento contínuo a longo prazo destes animais.

Nesta investigação, em que foram observados cinco ursos, este contratempo foi ultrapassado com a utilização de transmissores de rádio - que foram implantados em cada um dos animais para  registar a temperatura corporal, os batimentos cardíacos e a actividade muscular - e câmaras de infra-vermelhos, que monitorizaram estes mamíferos, mantidos em estruturas de madeira semelhantes às suas tocas, longe da agitação humana. 

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Número de mortos da erupção do vulcão Merapi sobe para 191

O balanço do número de mortos devido à erupção do vulcão Merapi subiu, esta quarta-feira, para 191 mortos, depois de terem sido encontrados em várias aldeias mais corpos soterrados pelas cinzas vulcânicas, que continuam a perturbar o tráfego aéreo.
«O balanço da erupção do Merapi atingiu os 191 mortos», indicou um responsável dos socorristas, sendo que o anterior balanço da erupção, que começou a 26 de Outubro, indicava 151 vítimas mortais.
Esta foi a erupção mais forte do Merapi desde 1870. Aldeias inteiras ficaram destruídas ou cobertas de cinza, obrigando 340 mil habitantes a encontrar refúgio em abrigos.
«A intensidade da erupção diminuiu mas a actividade do vulcão continua elevada», indicou Surono, vulcanólogo encarregado de vigiar os vulcões indonésios.
O aeroporto de Yogyakarta, a maior cidade situada a menos de 30 quilómetros, continua fechado e vários voos internacionais foram afectados hoje.
As companhias aéreas de Hong Kong (China) Cathay Pacific e australiana Qantas anularam os voos previstos. Também a filial da Qantas, a transportadora de baixo custo Jetstar anulou os voos de e para a ilha indonésia de Bali.